Reencontro entre amigos em Realengo
Os psicólogos continuam a acompanhar a interação de todos nesse retorno para a escola. Um menino de 10 anos do 5º ano disse ter contado tudo que estava sentindo para os profissionais.
- Hoje senti dor e remorso por pensar nas mães que estão vendo as crianças indo para a escola, mas sabem que não verão seus filhos, porque eles morreram.
Alguns adolescentes não queriam entrar na escola, mas os pais conseguiram explicar que a tragédia não irá se repetir. Os jovens contaram que o número de ausências foi alto, no entanto não diminuiu a emoção do reencontro.
Curiosos do próprio bairro ainda passavam em frente ao colégio nesta terça-feira, tirando fotos com os celulares.
